E assim foi o que foi, do sim ao não, um coração no chão.
Por favor, meu amor, não faça perguntas duvidosas, que possam parecer tão maldosas.
Ou afirmações sem confirmações de suposições com confrontações.
Para quê falar, o que saber contar, do que deve se enxergar, além de duvidar o meu capacitar.
Junto do conjunto de palavras proferidas e escritas, malfadadas adjuntas, escalonadas e descritas.
Seus fatos ocultos, insultos da realidade e da verdade.
Seus medos de enredos fantasiosos, misteriosos.
Sorriu, omitiu, fingiu, mentiu. Sim, machucaria!
Usou, discursou, jogou, machucou. Não deveria!
Assim meu sim, sem fim, o seu não, é não, enfim, no fim pois fim ao meu sim.
A minha decisão do perdão é de coração, com a lição do passado, e a percepção do futuro, com a minha ação do agora!
Amo o Amor, Amei e Amarei, Você!
Eduardo Enomoto.
Escrito em: 13.05.2019.